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Violão Elétrico Ibanez Pc12mhlce Opn Canhoto Open Pore É BomViolão Elétrico Ibanez PC12MHLCE OPN Canhoto Open Pore — Vale a Pena?

Quem já tentou achar um violão canhoto de boa qualidade sabe: não é como pegar pão na padaria. A oferta é limitada, os preços variam e, muitas vezes, falta informação confiável. Mas o Ibanez PC12MHLCE OPN Canhoto, integrante da série Performance, tem chamado atenção justamente por tentar quebrar esse padrão — com um pacote que promete simplicidade sem perder qualidade.

Vamos entender com calma se esse violão é realmente tudo isso.

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Design honesto e bem pensado

De cara, o visual natural do acabamento Open Pore se destaca. Ele não tenta parecer mais do que é, mas também não deixa a desejar. É como madeira crua que respira — a textura fica visível e o contato mais tátil, o que agrada quem gosta de sentir o instrumento além do som.

A construção segue o formato “Grand Concert”, que é levemente menor do que o tradicional dreadnought. Isso garante mais conforto ao tocar sentado, por exemplo. A presença do cutaway é uma mão na roda pra quem gosta de explorar as casas mais agudas do braço.

Nada no design parece ter sido colocado só por estética. Tudo cumpre um papel funcional.

Materiais e construção: simples, mas consistentes

O tampo, laterais e fundo são de okoumé laminado, uma madeira com timbre quente, levemente adocicado, embora não tão ressonante quanto o mogno sólido. É uma escolha comum em instrumentos de entrada/intermediários, por equilibrar custo e estabilidade.

O braço em nyatoh é confortável e firme, colado à escala de laurel, madeira similar ao rosewood, mas mais acessível. São 20 trastes bem distribuídos e acessíveis, com espaçamento ideal para mãos iniciantes ou de tamanho médio.

Outro ponto positivo: as tarraxas Ibanez cromadas seguram bem a afinação. E os pinos de ponte tipo “Ibanez Advantage” são mais fáceis de manusear do que os tradicionais, o que ajuda muito quem ainda está aprendendo a trocar cordas.

Eletrônica que funciona na prática

Esse modelo vem com o pré-amplificador Ibanez AEQ-2T. Ele não tenta reinventar a roda: tem um afinador embutido (com visor simples e direto), além dos controles de graves, agudos e volume.

O captador piezo under-saddle capta bem as nuances do toque. É claro que não dá pra esperar o timbre de um sistema Fishman Pro ou LR Baggs, mas o que ele entrega está dentro — e até acima — da média nessa faixa de preço.

A resposta plugada surpreende positivamente. O som sai limpo, definido e sem ruídos aparentes. A maioria dos usuários relata boa performance tanto em ensaios quanto em apresentações menores.

E o som? Vamos ao que interessa

No acústico, o som tem um perfil mais direto e seco, com agudos levemente metálicos e médios presentes. Não é um som “cheio” como o de violões com tampo sólido, mas também não é apagado. Tem personalidade, especialmente se o foco for dedilhado ou bases rítmicas mais leves.

Quando plugado, a história muda um pouco. Com os ajustes de equalização corretos, o violão se transforma: entrega um som mais brilhante, com graves controlados e boa projeção em caixas e PAs de pequeno porte. O afinador embutido também é um bônus — ajuda no palco e nos estudos em casa.

Experiências de quem já testou

A maioria das avaliações de compradores — tanto no site recomendado quanto em fóruns especializados — apontam para uma experiência positiva.

Alguns destaques recorrentes nas opiniões:

  • “Ótima tocabilidade. Leve, confortável e com som limpo quando plugado.”

  • “Ideal para iniciantes. Preço justo e acabamento bonito.”

  • “Som acústico um pouco seco, mas funciona bem pra estudar e treinar.”

  • “Braço macio, fácil de tocar. Não cansa a mão.”

Por outro lado, algumas pessoas mencionam que:

  • O som acústico pode soar pouco encorpado, dependendo do estilo de quem toca.

  • Não é o ideal para gravações profissionais, mas atende muito bem ao propósito inicial: estudar, tocar em roda de amigos ou mesmo se apresentar em locais pequenos.

Essas observações ajudam a alinhar expectativa com realidade — o que é sempre importante ao escolher um instrumento.

Pontos fortes e o que pode melhorar

Pontos positivos:

  • Feito para canhotos, o que já é um alívio num mercado dominado por instrumentos destros.

  • Design bonito, natural e bem acabado.

  • Eletrônica funcional com afinador embutido.

  • Construção leve, braço confortável e bom acabamento nos trastes.

  • Preço competitivo frente a concorrentes da mesma faixa.

Pontos a considerar:

  • Tampo laminado limita um pouco a ressonância natural do som.

  • Som acústico não tão rico em harmônicos — pode não agradar quem busca um timbre mais encorpado.

  • Poucas opções de personalização ou upgrades sem alterar o equilíbrio do instrumento.

Em resumo — vale a pena?

O Ibanez PC12MHLCE OPN Canhoto é um violão honesto, funcional e acessível. Ele não quer ser mais do que é, mas o que se propõe a fazer, faz bem.

É uma excelente opção pra quem está começando, quem precisa de um segundo violão mais leve e versátil, ou mesmo pra quem quer um companheiro confiável no dia a dia. A eletrônica cumpre seu papel, o visual agrada e a tocabilidade é, de fato, um dos seus pontos mais fortes.

Se você está em busca de um instrumento para iniciar sua jornada ou pra usar em apresentações leves, esse modelo pode te atender com tranquilidade.

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