Violão Eletroacústico Giannini Performance GTG‑36S EQ WS: Vale a pena? Uma análise real e completa
Se você está de olho no violão eletroacústico Giannini Performance GTG‑36S EQ WS e se pegou perguntando “será que esse modelo é bom mesmo?”, chegou ao lugar certo. Neste artigo, vamos explorar tudo o que esse instrumento oferece — com detalhes técnicos, experiências de uso, pontos fortes e limitações — mas de um jeito leve, claro e humano, pra você entender como ele realmente se comporta no dia a dia. E tudo isso sem exagero, sem enrolação e com foco em quem realmente importa: você, que está lendo.
O que é esse violão, afinal?
O Giannini GTG‑36S EQ WS é um violão eletroacústico da linha Performance, com corpo em formato travel, ou seja, menor e mais compacto que os tradicionais. Ele foi feito pra quem valoriza portabilidade sem abrir mão de uma construção decente e de um som honesto. É indicado para músicos iniciantes, intermediários e também para quem vive na estrada ou precisa de um instrumento leve e prático pra levar por aí.
O modelo vem equipado com um equalizador de 3 bandas com afinador embutido, o que já resolve uma boa parte da vida de quem toca plugado. E a cor? Um elegante Walnut Satin, com acabamento fosco que deixa o visual discreto e moderno ao mesmo tempo.
Especificações técnicas – o coração do instrumento
Aqui estão as características principais do GTG‑36S EQ WS:
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Formato do corpo: Travel (ideal para transporte)
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Tampo, laterais e fundo: Sapele
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Braço: Mogno (Okoume)
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Acabamento: Verniz fosco
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Cordas: Aço (Giannini)
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Trastes: 20
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Escala: 578 mm
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Ponte: Nogueira
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Conectores de saída: Jack P10
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Equalizador: 3 bandas com afinador embutido
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Peso aproximado: 1,3 kg a 1,5 kg
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Acompanha: Bateria 9V e chave de ajuste do tensor
Esses dados foram organizados com base nas informações disponibilizadas pelo fabricante e pelas páginas de venda mais confiáveis, incluindo o site recomendado.
E o som? Ele toca bem?
Ah, o som… É aí que mora a alma do violão.
Apesar do tamanho mais compacto, o GTG‑36S tem um timbre surpreendentemente equilibrado. O sapele, madeira usada no tampo, laterais e fundo, é conhecida por oferecer um som quente, com presença nos médios e um brilho contido. Não vai te dar um grave estrondoso como um dreadnought gigante, mas entrega clareza e definição, especialmente em ambientes menores ou gravações caseiras.
Plugado, o violão se transforma: o sistema de captação com EQ de 3 bandas permite moldar o som de forma bem prática, e o afinador embutido é uma mão na roda — principalmente no meio do ensaio ou show. Pra quem toca ao vivo ou grava com frequência, isso é uma baita vantagem.
Qual é a sensação ao tocar?
Sabe aquele instrumento que você segura e sente que foi feito pra caber na sua mão? É mais ou menos isso. O GTG‑36S EQ WS é leve, bem equilibrado e fácil de tocar — especialmente pra quem tem mãos menores ou está começando.
A escala mais curta e o corpo compacto tornam o violão confortável tanto pra tocar sentado quanto em pé, e a ação das cordas (distância entre as cordas e o braço) vem de fábrica em um nível aceitável. Claro que, como todo violão nessa faixa, pode ser necessário um pequeno ajuste no tensor pra deixar tudo redondinho — mas nada fora do comum.
E sobre a durabilidade e construção?
Aqui temos um ponto interessante. Apesar de ser um modelo mais acessível, o GTG‑36S não deixa a desejar em termos de construção. As tarraxas são blindadas e mantêm a afinação estável, mesmo com uso frequente. A ponte em nogueira é firme, e o braço em mogno passa confiança.
O acabamento fosco pode não agradar quem gosta de um brilho mais chamativo, mas é bonito, moderno e mais resistente a marcas de dedo e riscos superficiais. Aliás, por ser fosco, o contato com a madeira é mais direto, o que pode até melhorar a ressonância em alguns casos.
Pra quem esse violão é ideal?
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Estudantes de música e iniciantes: fácil de tocar, leve, com afinador embutido.
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Músicos que viajam bastante: cabe no bagageiro, no ônibus ou até no banco de trás.
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Quem precisa tocar plugado: o EQ ativo resolve muito.
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Quem tem espaços pequenos em casa: ele ocupa pouco espaço e tem bom volume pra ambientes fechados.
E os pontos negativos?
Claro que não dá pra dizer que ele é perfeito — nenhum instrumento nessa faixa de preço é. Mas os pontos a considerar são:
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Volume acústico limitado: ele não foi feito pra tocar em rodas de samba sem amplificador.
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Cordas de fábrica simples: a troca por um jogo de qualidade melhora muito o som.
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Regulagem inicial pode ser necessária: ajuste no tensor, altura das cordas etc.
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Não acompanha capa: então, se for sair com ele, já pense em comprar uma à parte.
Então… é bom?
Sim, o Giannini GTG‑36S EQ WS é bom, dentro da proposta dele. Ele entrega o que promete — e às vezes até um pouquinho mais. É prático, confiável, fácil de tocar e vem com recursos que ajudam no dia a dia do músico.
Não é um violão pra apresentações em teatro com orquestra, mas é uma excelente opção pra ensaio, estudo, shows pequenos, gravações e viagens. Ele é honesto, e isso já vale muito.
Fontes e confiabilidade
As informações deste artigo foram coletadas a partir de:
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Dados técnicos do fabricante Giannini
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Análises de usuários em sites especializados e fóruns
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Relatos reais de compradores no site recomendado
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Testes de músicos independentes com experiência na linha Giannini
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Onde comprar com segurança?
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Considerações finais
O Giannini GTG‑36S EQ WS é aquele violão que entra quietinho, mas conquista. É como um parceiro de estrada: leve, confiável, discreto, pronto pra te acompanhar nas músicas que você ainda vai compor. Ele pode não ter o brilho dos modelos mais caros, mas entrega um som sincero, uma tocabilidade agradável e uma vibe de “pode contar comigo”.
Se você busca praticidade com um toque de qualidade, esse modelo pode ser uma escolha bem certeira.